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terça-feira, 28 de março de 2017

700 veículos sucateados são prensados no pátio da PRF em Hidrolândia

28/03/2017 | 21:17h  
Esta forma de descarte dos veículos impede que eles voltem para as ruas sem as mínimas condições de trafegar (Foto: PRF)
Cerca de 700 veículos, entre automóveis e motocicletas, foram prensados no pátio do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Hidrolândia, na manhã desta terça-feira (28).
Os veículos que estavam recolhidos no pátio foram classificados como sucata e arrematados em leilão por uma siderúrgica. Antes da prensagem, os veículos passaram por um processo de descontaminação, que é a remoção de todos os fluidos. Posteriormente eles foram triturados e “empacotados”.
Segundo a PRF, essa modalidade de leilão impede que veículos sem as mínimas condições de segurança voltem a circular. Outra preocupação é com a destinação correta das peças, que depois de prensadas vão para reciclagem e retornam ao mercado como material reciclado. Além disso, esses veículos não vão fomentar o mercado ilegal de peças e carros furtados ou roubados.
A limpeza dos pátios impacta diretamente na questão ambiental, já que muitos veículos serviam de abrigo para animais e insetos, contribuindo para a proliferação de doenças. Muitos estavam abandonados há mais de 10 anos no pátio.
É importante ressaltar que mesmo após os veículos serem leiloados e prensados, as dívidas de multas e documentação continuam no prontuário do proprietário. De acordo com a nova legislação, os veículos apreendidos e não procurados no prazo de 60 dias, podem ir à leilão.
Esse primeiro leilão arrematou cerca de 2.600 veículos e a expectativa é de que até o final do ano outros 5 mil veículos tenham o mesmo destino. A empresa que está realizando o processo já passou pelas unidades da PRF em Catalão, Morrinhos, Itumbiara, São Simão, Jataí, Rio Verde e Guapó.

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Polícia Militar prende bandidos suspeitos assaltar Supermercado hoje em Hidrolândia

28/03/2017 | 21:00hs Atualizado às 21:50hs
Na fuga o carro capotou com os três bandidos
Na tarde desta terça-feira (28), um Supermercado no Setor Residencial Vitta em Hidrolândia foi assaltado por três homens armados. Durante o assaltado uma das vítimas conseguiu anotar a placa do veículo que os bandidos estavam, um VW Voyage de cor branca roubado.

A Polícia Militar de Hidrolândia em conjunto com o 8° Batalhão de Aparecida de Goiânia, montou um cerco nas principais vias de saída da cidade, o veículo em que os ladrões estava foi localizado na BR-153, próximo ao posto Samambaia.

Após ordem de parada o três homens apreenderam fuga em alta velocidade pela Av. Santana, após percorrer vários bairros, na altura do Setor Alvorada Sul em Aparecida, o condutor perdeu o controle capotando o veículo. 

Foram detidos um maior e dois menores de idade. Foram recuperados o veículo capotado, R$ 1.200 reais, celulares e um simulacro de arma de fogo usado no roubo ao Supermercado. O maior foi preso em flagrante, e os dois menores apreendidos, ambos foram conduzidos para o 1° DP.
Eles foram encaminhado ao 1° DP de Aparecida para formalizar o flagrante

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domingo, 26 de março de 2017

Recém-nascido é encontrado dentro de caixa de papelão em um lote baldio em Aparecida de Goiânia

Bebê foi atendido por médicos da Maternidade Marlene Teixeira, em Aparecida de Goiânia. (Foto: Reprodução)
Um recém nascido foi encontrado no início da manhã deste domingo (26) em um lote baldio no Bairro Parque Veiga Jardim, em Aparecida de Goiânia. Foi o choro da criança que atraiu a atenção dos moradores da região, que encontraram o bebê dentro de uma caixa de papelão, ainda com a placenta da mãe.

O Corpo de Bombeiros e Samu foram acionados e encaminharam o bebê para a Maternidade Marlene Teixeira, em Aparecida de Goiânia. Segundo o diretor geral da unidade, Denysson José de Morais, a criança, que pesa 3,8 quilos, já foi avaliada pelos médicos e passa bem. “Ele está com os sinais vitais íntegros, é um menino lindo! Essa é uma notícia triste, mas ao mesmo tempo nós ficamos felizes porque a criança está bem. Foi Deus quem mandou esse presentinho para nós”, diz, emocionado.

O diretor da maternidade acredita que a criança nasceu na madrugada deste domingo. Ele ainda informou que já acionou o Conselho Tutelar e também registrou o boletim de ocorrência junto à Polícia Civil, e agora espera encontrar algum familiar da criança.

Fonte: Mais Goiás

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Cerrado pode ter extinção recorde

Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso avanço da fronteira agrícola na região da Chapada dos Veadeiros (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Se o ritmo atual de desmatamento do Cerrado continuar, o bioma poderá ver até 2050 a maior extinção de plantas no mundo desde 1500. Cerca de 480 espécies endêmicas – que só ocorrem lá – devem desaparecer, se a vegetação continuar sendo derrubada para a expansão agropecuária.

O alerta foi feito por um grupo de pesquisadores brasileiros na edição deste mês da revista Nature Ecology and Evolution, publicada ontem, que traz também sugestões de políticas públicas para evitar a tragédia. Os autores lembram que a redução de 70% do desmatamento na Amazônia entre 2005 e 2013 foi acompanhada de uma mudança de foco do agronegócio.

Se na Amazônia políticas como a moratória da soja – que vetou o comércio do grão plantado em área desmatada ilegalmente – foram capazes de conter a perda da floresta para esse fim, foi para o Cerrado que o setor se virou. Entre 2002 e 2011, a taxa de perda do Cerrado foi 2,5 vezes mais alta que a da Amazônia. Só o Cerrado da Bahia, entre 2008 e 2013, perdeu 60% da área, dentro da expansão agrícola do chamado Matopiba (fronteira de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). No total, 46% do bioma sumiu e só 19 8% se mantém intocável.

A região é um hotspot de biodiversidade – ou seja, um local de rara riqueza e alta ameaça. Ali vivem 4,8 mil espécies de plantas e vertebrados endêmicas e estão três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, gerando 43% das águas superficiais fora da Amazônia.

Os pesquisadores projetaram o que pode acontecer com essa riqueza se a taxa de desmatamento se mantiver, no que foi classificado como um cenário “sombrio”. Pelas projeções, de 31% a 34% do que ainda existe do Cerrado pode desaparecer até 2050, levando ao desaparecimento de cerca de 480 espécies de plantas, como o jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra) e o babaçu (Attalea brasiliensis). “Isso é mais de três vezes todas as extinções de plantas documentadas desde 1500”, escrevem.

Sumindo as plantas, também podem desaparecer animais já ameaçados de extinção, como lobo-guará, onça parda, tatu-canastra, ariranha, tamanduá-bandeira, arara-azul e anta.

O efeito disso, explicam os autores, pode ser maléfico até mesmo para o agronegócio. Sem a vegetação, a produção das bacias hidrográficas pode ser comprometida. “A situação é realmente crítica”, disse ao Estado o biólogo Rafael Loyola, do Laboratório de Biogeografia da Conservação da Universidade Federal de Goiás. “É muito mais que só perder planta, é perder água, agravar crises hídricas como a que hoje atinge o Distrito Federal”, alerta.

Saídas

Os autores propõem que é possível evitar esse cenário e ainda permitir que o agronegócio continue se expandindo, se o uso dessas áreas for mais inteligente. De acordo com o trabalho, a pecuária utiliza, em média, apenas 35% da capacidade das pastagens que existem no bioma. Em um cenário de Cerrado Mais Verde, como eles apelidaram, seria possível crescer isso para 61%, o que liberaria a terra restante para a agricultura e ainda para fazer restauração de vegetação.

“Não estamos falando em nenhum momento para não expandir. Mas em vez de fazer isso em cima do Cerrado, piorando a crise hídrica e emitindo 8,5 milhões de toneladas de gás carbônico, dá para fazer com um uso de terra mais eficiente, que alie produção, conservação e restauração”, afirma Bernardo Strassburg, do Centro de Ciências da Conservação e Sustentabilidade, da PUC-Rio que liderou o estudo. “E se isso vier com uma restauração focada em áreas prioritárias será possível evitar 83% do quadro de extinção que se projeta.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Presos suspeitos de saquear carga de cerveja após acidente com 2 mortos na BR-153

Cerveja que ficou espalhada pela pista após o acidente
Três homens foram presos nesta quinta-feira (23) suspeitos de saquear uma carga de cerveja após um acidente na BR-153, em Morrinhos, região sul de Goiás. A colisão entre a carreta que levava a bebida e um ônibus interestadual deixou um casal de idosos mortos e 28 pessoas feridas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o trio estava em uma caminhonete S10 que foi abordado quando passava pela rodovia.

Os suspeitos têm 42, 44 e 48 anos. Após o veículo ser parado, a revista localizou 33 caixas da cerveja no compartimento de carga do veículo (veja vídeo acima). Quando questionados sobre a procedência do carregamento, eles se contradisseram e não souberam explicar a origem.

"Os policiais abordaram o veículo no posto da PRF cerca de 5 km do local do acidente. Os agentes notaram que a cerveja era da mesma marca daquela transportada pela carreta. Diante das evidências, eles acabaram confessando", disse ao portal de noticias G1.

Além disso, o motorista da carreta foi ouvido pelos policiais e confirmou ter visto homens em um veículo com características semelhantes aos detidos furtando os produtos. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Morrinhos.

Fonte: G1

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Marcelo Solá abre no Museu de Arte de Goiânia, exposição individual A Quântica Rara

23/03/2017 | 15:11h  
O artista plástico leva quase 20 obras inéditas à Sala Amaury Menezes
"O meu desenho está ficando cada vez mais econômico, com menos informação e mais filosofia, no sentido de que preciso de mais tempo para amadurecer a ideia. O tempo todo somem e chegam novidades na minha obra. Agora utilizo menos elementos para falar de mais coisas.” Definida pelo próprio artista plástico goiano Marcelo Solá, obras da sua nova fase serão exibidas até maio, na exposição individual A Quântica Rara, na Sala Amaury Menezes do Museu de Arte de Goiânia (MAG).

Entram em cartaz quase 20 obras inéditas, das quais seis desenhos de grandes dimensões, outras em pequenos e médios formatos, além de uma série com trabalhos mais arquitetônicos. A mostra ainda quebra um período de quase três anos em que ele, um dos representantes mais bem conceituados da arte contemporânea do Estado, não abria uma exposição em um museu em Goiânia – a última havia sido no final de agosto de 2014 no Centro Cultural Oscar Niemeyer.

Também será a primeira mostra do artista na carreira no MAG. O curioso é que o museu foi o primeiro contato de Solá com o desenho na época da adolescência, quando ele teve aulas de observação e fundamentos do suporte em que produz sua arte. Os motivos, segundo o artista, são vários, entre eles a sua agenda, que é bastante concorrida entre galerias e museus em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “É sempre assim, primeiro a gente faz fora para aparecer aqui”, pontua.

A preferência de Solá é por poucas mostras em um ano. “Gosto de fazer apresentações pontuais a cada quatro anos, pois acho que esse é o tempo que levo para amadurecer uma ideia, para ter algo que estou a fim de mostrar. Não existem muitas novidades em um curto espaço. Embora ache que tenho remixado meus desenhos o tempo inteiro, quando você olha sabe que é meu. É como se fosse um disco que vem sendo remixado e vai sair talvez um show ao vivo”, brinca.

Na fase atual, Solá explora novos formatos e com economia da linguagem. Na tela, coloca o seu olhar poético sobre tudo que está ao seu redor misturado com os signos entrelaçados em meio às tintas amarelas, azuis, vermelhas, laranjas e o preto, que estão mais cleans. “Exploro mais essa questão da energia do desenho, quando aumento o formato, amplia-se todo o meu campo de visão e preciso ver a minha obra de longe e amadurecê-la durante um tempo”, comenta.

Produção

Marcelo Solá prefere fugir do caos da capital para produzir os seus desenhos em seu ateliê que fica em um condomínio de chácaras, em Hidrolândia, a cerca de 35 km de Goiânia. A quietude do campo é uma mão na roda para a sua criação. O trabalho começa cedo, sempre com o som ligado, com música eletrônica sem vocais, com uma parada obrigatória para ele preparar o almoço – a cozinha é uma das suas outras paixões. A qualquer momento vem a inspiração.

O artista mantém por perto um caderno de anotações à mão onde reúne frases e traços que nascem durante suas viagens, seja de lazer ou a trabalho. “Depois vou refazendo-os no papel, mas durante o processo de fazer muda tudo porque surgem novas possibilidades, de maneira aleatória e iluminada não sei de onde. Tenho uma série de desenhos com pensamentos mais arquitetônicos que me perseguem a vida inteira e que são prédios que só existem na minha arte”, conta.

Exposição: A Quântica Rara
Artista: Marcelo Solá
Local: Amaury Menezes, no Museu de Arte de Goiânia – Rua 1, Bosque dos Buritis, Setor Oeste
Visitação: Até 6 de maio, de terça a sexta, das 9 às 12 horas e das 13 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 8 às 18 horas
Entrada franca
Informações: 3524-1196

Fonte: O Popular

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